10/16/2009

Comunicado

comunicado15102009

9/22/2009

Convite

8/14/2009

PSD entregou listas de candidatos autárquicos na Graciosa




Santa Cruz da Graciosa, 13 de Agosto de 2009


O PSD entregou esta tarde, no Tribunal de Santa Cruz, as listas referentes às candidaturas autárquicas na ilha Graciosa, acção desempenhada pela mandatária: Professora Adelaide Teles.

A lista para a câmara municipal é encabeçada pelo actual autarca, José Ramos de Aguiar, que apresenta nas posições seguintes Manuel Guilhermino da Rocha e Davide da Silva Melo.

João Manuel Cunha encabeça a lista do PSD à assembleia municipal.


Os candidatos social-democratas às diferentes juntas de freguesia são, por Santa Cruz da Graciosa – Rui Cordeiro; São Mateus –Valdemiro Vasconcelos; Guadalupe – Tomás da Cunha Picanço; e Luz – António Silveira.

6/01/2009

Patrão Neves diz que açorianos devem “rejeitar” críticos da Autonomia

A candidata do PSD/Açores ao Parlamento Europeu considerou hoje que os açorianos devem “rejeitar categoricamente” os candidatos críticos da Autonomia, alegando que estes “colocam em risco” o objectivo de convergência da Região com a Europa.

“É este estatuto [de região ultraperiférica] que, no seio da União Europeia, nos interessa desenvolver e aprofundar. Eis o que devemos fazer dando força aos eurodeputados que constituirão a voz dos Açores na Europa, mas rejeitando categoricamente todos aqueles que, com o seu tradicional centralismo e crítica aos designados ‘custos’ das regiões autónomas, colocam em risco o desiderato de convergência do nível de vida médio dos açorianos com o padrão europeu”, afirmou Maria do Céu Patrão Neves, numa declaração política sobre o Dia dos Açores.

A candidata social-democrata salientou que a Autonomia dos Açores “não diminui, mas antes se reforça através da integração na União Europeia”, dado que “ganha reconhecimento mais amplo, já não apenas nacional, mas internacional, através da conquista do estatuto de região ultraperiférica, que sendo geográfico, é também jurídico, político, económico e social”.

Para Maria do Céu Patrão Neves, o Dia dos Açores “é a celebração de uma identidade singular, feita de uma geografia insular e fragmentada, de uma história de povoamento e de emigração, de uma cultura que se multiplica em singulares manifestações através das nove ilhas”.

Ao mesmo tempo, referiu, “é também a comemoração das conquistas políticas e sociais contemporâneas que a noção de Autonomia hoje exprime”.

Segundo a candidata do PSD/Açores, o Dia dos Açores “é pois, naturalmente, o Dia da Autonomia”.

“Este Dia da Autonomia une todas as ilhas na aspiração comum de se afirmarem autoras do seu próprio destino, o que simbolicamente celebram à volta da mesa da partilha e da igualdade que a Segunda-feira do Espírito Santo coloca em abundância em todas as freguesias açorianas”, sublinhou.

5/22/2009

Comunicado PSD Graciosa


4/02/2009

Plano para 2009 mantém Graciosa no "habitual adiamento"


Horta, 1 de Abril de 2009

Plano para 2009 mantém Graciosa no "habitual adiamento"

O PSD/Açores considerou hoje que o Plano de Investimentos do governo regional para 2009 "mantém a ilha Graciosa no habitual adiamento".

"Na verdade, o Plano para 2009 mantém a ilha Graciosa no habitual adiamento, aliado à confirmação de colocar também o conceito de coesão, em profunda e confirmada crise regional", afirmou o deputado social-democrata João Costa, na Assembleia Legislativa dos Açores, durante o debate das propostas de Plano e Orçamento para 2009.

O parlamentar do PSD/Açores deu como exemplo dos problemas que afectam a Graciosa o facto de, desde Novembro, terem sido aprovados na ilha "cerca de uma centena de novos processos" de beneficiários do Rendimento Social de Inserção.

O deputado social-democrata recordou que o conselho de ilha da Graciosa deu parecer negativo à proposta de Plano, "aprovado pela unanimidade dos conselheiros, incluindo do PS".

"É curioso verificar que perante todas as matéria abordadas pelo conselho de ilha, e tidas por fundamentais para o crescimento económico, social, e até demográfico da ilha, o governo limitou-se a consagrar a previsão de execução de um furo de captação de água para abastecimento à lavoura da ilha", salientou.

3/30/2009

Freguesia da Luz “ainda e sempre” à espera da RIAC

 

O PSD/Açores denunciou hoje "a falta de respostas, por parte do governo regional, ao pedido da junta de freguesia de Nossa Senhora da Luz" para a instalação de um posto da rede integrada de apoio ao cidadão (RIAC) na sede daquela autarquia da Graciosa.

 

Segundo o deputado João Bruto da Costa a freguesia da Luz, situada no extremo sudoeste da ilha, é "a que fica mais distante da sede do concelho, Santa Cruz", e tem uma população "bastante envelhecida", sendo que "já em Agosto de 2007, a junta de freguesia fez notar ao executivo a necessidade de instalação de um posto da RIAC", explica.

 

A ausência, até à data, de respostas a esse repto originou um requerimento do social-democrata, querendo saber se, por parte da tutela, "não se justifica a instalação do posto RIAC na Luz, criando assim uma gritante discriminação para a população ali residente e se, de facto, essa iniciativa não está prevista", refere.

 

Caso se verifique o "actual desinteresse governamental na medida", o parlamentar laranja reitera que "há, e sempre houve, uma inteira disponibilidade, já comunicada pelo presidente da junta de freguesia para, na sua sede, haja a cedência e partilha de um espaço para o referido posto", pelo que "só faltaria o governo dizer de sua justiça sobre tudo isto", afirma.

 

"Mas, e mais de 19 meses passados, o executivo tão pouco se dignou dar resposta ao apelo da freguesia" lamenta João Bruto da Costa, "ignorando a população de Nossa Senhora da Luz", acrescenta o deputado, para quem "os pressupostos de melhor servir as populações caem assim pela base, pois nem o facto de haver população idosa significou uma maior atenção das entidades oficiais".

           

O documento enviado à assembleia legislativa explica ainda que "a própria criação de postos da RIAC, originou do governo regional uma promessa de expansão, numa lógica associada a políticas de proximidade" e, "neste caso, essa vontade declarada de prestar serviços próximos dos cidadãos, e associados à comodidade e rapidez, parece esquecida", conclui.